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A idéia de classificação não é nova. Em todas as áreas das nossas vidas e em qualquer tempo na história humana o conteúdo das grandes quantidades era classificado seguindo uma certa ordem lógica. Isto sempre ajudou a identificar, armazenar ou recuperar unidades de quantidade. Como um aspecto comum as palavras-chaves ou números são usados para nomear os níveis da ordem.
A classificação das espécies é uma das mais antigas do tempo de Aristóteles (384-322 AC). Ao classificar todas as coisas vivas em plantas ou animais o filósofofo criou o primeiro método simples de classificação.
O último passo nesta linha é a taxonomia onde estruturas internas e externas, composições químicas e os relacionamentos evolucionários são usados para classificar as espécies.
Não somente as espécies vivas estão sujeitas à classificação. A necessidade de classificar as coisas, objetos, assuntos, tópicos e outras quantidades dentro de um quadro lógico pode ser visto em todas as diferentes áreas da vida. O uso de classificação mais visível e recente são os motores de busca da Internet como: Yahoo, Lycos, Excite, Infoseek etc. Todos eles se baseiam na necessidade de organizar um grande quantidade de documentos e informações a fim de permitir que os usuários os encontrem e consigam as informações que eles desejam.
Como todos os sistemas de classificação, aqueles para as espécies também foram melhorados através da necessidade de fornecer um quadro de lógica e ordem para as coisas vivas. Com o progresso da ciência os sistemas de classificação existentes tornaram-se muito simples e foram melhorados no decorrer das décadas.
Linnaeus (1707 - 1778), um botânico Sueco, surgiu com um sistema de classificação que baseou-se nas características físicas selecionadas. Ele também adicionou um sistema para renomear as espécies com duas palavras do Latim. Isto ocorreu devido ao fato que um animal possui diferentes palavras de língua comum em todas línguas que estão sujeitas a mudanças no decorrer do tempo, desde que a linguagem se desenvolve. A linguagem morta, o Latim ofereceu a possibilidade de ter um nome fixo para todas as coisas vivas e, desta forma ser capaz de identificá-los claramente.




